Remédios para Emagrecer | Tomar ou Não Tomar?

Remédio para emagrecer veja como eles atuam no organismo, e depois desta relação, decida se vai continuar tomando-os ou se vai começar, pois o perigo é muito evidente. Claro que é uma tentação poder perder os quilinhos extra que adquirimos sem nem percebermos. Uma grande injustiça não é verdade, pois convenhamos comer é um dos grandes prazeres da vida vocês não acham?
Na minha opinião demorou para que os cientistas descubram realmente algo milagroso para emagrecer, pois garanto que muitas pessoas gostariam de não precisar se privar tanto de algumas guloseimas, mas enquanto isto não acontece vamos nos preocupando com nossa saúde e tomarmos muito cuidado na ingestão de remédios para emagrecer, pois podem causar sérios danos a sua saúde fora os efeitos colaterais que não são poucos como vocês podem conferir agora.
- Antidepressivos: liberam serotonina, fórmulas como a fluoxetina são indicados para pessoas com transtorno alimentar. Devem ser tomas somente com prescrição médica.
- Derivados de anfetamina: os princípios ativos mais conhecidos são: femproporex e a anfepramona. Diminuem o apetite atuando no sistema nervoso central. Uns dos problemas que podem causar são: dependência, irritabilidade, insônia, taquicardia, sensação de boca seca, dor de cabeça, constipação, problemas de pressão arterial e alterações de humor.
- Orlistate: a substância ativa do Xenical atua diminuindo em 30% a absorção da gordura absorvida pelo organismo. Considerado um dos menos perigosos, pode ser usado por um longo tempo mas mesmo assim sendo acompanhado por um médico.
- Rimonabanto: mais conhecido como “pílula antibarriga”, seu princípio ativo atua principalmente no abdome, diminuindo o apetite e a formação de gordura. Pode ajudar no diabetes, hipertensão e no nível de colesterol, isso por causa da diminuição da gordura. O uso sem acompanhamento pode causar sintomas como: sensação de boca seca, náusea e enjôo. Não é indicado para pessoas com histórico de depressão.
- Sibutramina: também atua no sistema nervoso central, aumenta a sensação de saciedade. Tem a probabilidade de reduzir os sintomas como: sensação de boca seca, irritabilidade, insônia e taquicardia.

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